7 Passos para montar a melhor carteira de investimentos

7 Passos para montar a melhor carteira de investimentos

Investir é muito mais do que escolher uma alternativa para aportar dinheiro. É preciso, na verdade, montar uma carteira – seja de ações ou de outros investimentos – que reflita seus objetivos e interesses. Ou seja, suas decisões precisam ser bem planejadas.

Uma carteira não é formada por somente um ou outro investimento que lhe agrade. Para ter resultados consistentes, é importante considerar diversos aspectos que influenciam os riscos e a rentabilidade conquistada.

Então, existe um passo a passo com orientações básicas que todo investidor deve ponderar antes de tomar decisões. Que tal conhecê-lo? Veja nossas 7 dicas para montar a melhor carteira de investimentos!

1. Conhecer o perfil de investidor

O primeiro passo de qualquer investimento bem sucedido é identificar o seu perfil de investidor. Inclusive, as corretoras de valores são obrigadas a oferecer um questionário de perfil para cada cliente que começa a investir.

Além disso, as respostas ao questionário devem ser solicitadas novamente depois de um tempo, de modo a atualizar possíveis variações no perfil do investidor. Mas, você sabe o que ele significa? Na prática, este é um conceito que indica sua forma de tomar decisões na carteira.

O perfil de investidor parte de algumas questões básicas, como sua abertura para investimentos arriscados, seus objetivos e os prazos em que deseja manter o dinheiro investido. Analisando o conjunto de respostas dadas, é possível se encaixar em um dos três perfis principais.

Eles são: conservador, moderado e agressivo. De modo geral, os investidores conservadores são os que buscam por mais segurança, não aceitando muito risco. Enquanto isso, os moderados têm uma abertura um pouco maior a riscos e os agressivos priorizam a rentabilidade – aceitando correr riscos maiores para alcançar melhores rendimentos.

2. Ter objetivos definidos

Ao conhecer — e considerar — o seu perfil de investidor você consegue melhorar muito suas decisões sobre investimentos. Guiar-se por ele permite escolher alternativas que combinem com o que você busca.

Contudo, o conceito não é suficiente para basear todos os seus resultados. Também é importante ponderar o segundo passo: ter objetivos para o dinheiro investido. Assim como o perfil, eles vão orientar suas escolhas para a carteira.

Os objetivos são relevantes porque se relacionam com as características dos investimentos. Por exemplo, uma quantia investida para planejar sua aposentadoria se adéqua melhor às alternativas de longo prazo. Além disso, você pode considerar ativos mais arriscados.

Já o valor para reserva de emergência ou para uma viagem a ser feita ano que vem deve ficar investida em uma opção que sirva bem ao médio prazo — e que seja segura. Afinal, não se quer correr o risco de não ter o dinheiro disponível quando precisar dele, certo?

3. Estabelecer prazos

Ao falar sobre objetivos é impossível deixar de citar outro elemento fundamental: os prazos. Como você viu, cada objetivo tem um prazo relacionado. Ainda que não haja uma data certa na qual você pretenda sacar o dinheiro, existe um intervalo de tempo previsto.

No caso da aposentadoria, os investimentos podem continuar sendo feitos por vinte, trinta ou quarenta anos, a depender do seu planejamento em relação à idade de sair do mercado de trabalho. Então, existem opções de ativos mais adequadas.

Demais planos com prazos diferentes podem se relacionar melhor com outras opções de investimentos. O ideal é considerar seu prazo e procurar por alternativas que tenham data de vencimento próxima à do seu objetivo.

4. Conhecer as opções do mercado

O mercado financeiro é dividido, basicamente, em renda fixa e renda variável. Os investimentos do primeiro grupo são considerados mais seguros e estáveis, pois a rentabilidade é combinada com o emissor do título.

Assim, seus ganhos já são previstos — ainda que haja o risco de calote ou outros riscos envolvidos, que depende de cada tipo de investimento. No caso da renda variável, os rendimentos estão ligados aos movimentos da economia e da bolsa de valores.

Por isso, o grupo da renda variável é visto como ativos de maior risco e maior volatilidade. É fundamental conhecer não só o funcionamento dos dois tipos, mas também de cada investimento disponível. Então, você poderá decidir baseado em informações de qualidade.

5. Diversificar os investimentos

As opções oferecidas pelo mercado são bastante diversas. Pode ser difícil conhecer e analisar todas elas para escolher as melhores. Muitas vezes, inclusive, os investidores se sentem confusos ao tentar procurar o melhor investimento para sua carteira.

Entretanto, é válido dizer que não existe necessariamente um melhor investimento. Seu foco não deve estar tanto na escolha individual dos ativos, mas na composição do portfólio.

Ou seja, o objetivo não é encontrar um investimento ideal. Ao contrário: você deve ter como meta a diversificação. Ela é uma estratégia eficiente para combinar riscos e rentabilidades de maneira mais vantajosa.

Por exemplo, combinar investimentos de renda fixa (para maior segurança) e de renda variável (para buscar por rendimentos maiores).

6. Acompanhar a carteira

Além de fazer escolhas diversificadas, você precisa ter em mente que o trabalho ao investir não se limita a decidir onde aportar dinheiro. A carteira de investimentos é dinâmica e se comporta de acordo com o mercado financeiro.

Logo, o investidor deve continuar acompanhando as escolhas que fez e avaliando se é interessante manter as coisas como estão – ou se é necessário realizar mudanças. Lembre-se de que podem surgir alternativas melhores ao longo do tempo.

Com isso, você acompanha sua performance e continua tomando decisões que otimizem os investimentos. Mudanças na carteira dependem de alguns elementos — como mudança no seu perfil de investidor, novos objetivos, mais conhecimentos sobre algum ativo etc. E elas podem ser muito mais frequentes do que se imagina.

7. Contar com auxílio de uma assessoria de investimentos

Por fim, uma dica que pode fazer toda a diferença na sua vida como investidor – e lhe ajudar a montar a melhor carteira de investimentos – é contar com auxílio profissional.

Imagine poder conversar com alguém que é especialista em investimentos e pode lhe ajudar a conhecer todas as opções disponíveis no mercado? Essa é a ideia da assessoria de investimentos.

Os assessores de investimentos são profissionais gabaritados, que podem lhe explicar de forma prática quais são os ativos disponíveis e como eles funcionam. Então, você terá mais dados para basear suas escolhas.

Geralmente, não é fácil entender sobre cada investimento. Pesquisar na internet sobre cada um ou fazer cursos pode demandar muito tempo e dinheiro. Mas o serviço de assessoria é gratuito e oferece suporte para quem deseja montar a melhor carteira de investimentos.

E então, o que achou deste passo a passo para montar uma carteira com os melhores investimentos? Não deixe de considerar todas as 7 dicas que demos aqui para avaliar suas opções e fazer boas escolhas!

E, se precisar do apoio de uma das melhores assessorias de investimentos do país, entre em contato com a Zahl!

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