Guia de Investimentos em Fundos Imobiliários

Guia de Investimentos em Fundos Imobiliários

Já pensou em receber o lucro da locação de imóveis sem nunca ter comprado um? Então você precisa de um guia de investimentos em fundos imobiliários para entender o que precisa ser observado na hora de montar a sua carteira e tomar decisões mais assertivas. Continue lendo para descobrir quatro dicas valiosas!

Guia de investimentos em fundos imobiliários: 4 dicas para não errar

Neste guia de investimentos em fundos imobiliários você vai aprender quatro dicas para traçar as melhores estratégias ao investir. Mas antes é importante entender o que são esses ativos da renda variável.

Os fundos imobiliários (também chamados de FIIs) são empreendimentos nos quais você pode comprar cotas e começar a lucrar com arrendamento, locação ou alienação desses imóveis.

Eles vêm chamando bastante atenção dos investidores, pois a partir de R$ 100 já é possível adquirir uma cota. Além disso, são um caminho bem menos burocrático para quem quer entrar no mercado imobiliário, já que a compra de um imóvel é algo caro e que não se resolve da noite para o dia.

Antes de mais nada, é importante saber que existem dois tipos de fundos imobiliários:

  • fundos de tijolo: o dinheiro é destinado à construção de imóveis como shoppings, galpões logísticos, hotéis, dentre outros;
  • fundos de papel: atrelados a CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários).

1. Fique atento ao setor que o fundo destina os investimentos

O gestor de um fundo imobiliário pode destinar aqueles recursos a diferentes empreendimentos, como shoppings ou hospitais. Para saber como investir melhor, é importante entender para onde o dinheiro vai para fazer uma análise econômica se aquele setor está aquecido e tem boas possibilidades de rendimento.

Por exemplo, a pandemia da Covid-19 não foi um momento muito bom para investir em shoppings, por outro lado, o setor de galpões logísticos cresceu bastante pela grande demanda dos e-commerces.

Você pode ver quais são os fundos imobiliários em destaque no vídeo abaixo:

2. Avalie o risco de vacância

Vacância é um indicador-chave para quem quer investir em fundos imobiliários, pois mostra quantos imóveis desocupados fazem parte daquele fundo, ou seja, o potencial de aluguel que não está sendo aproveitado. Se o lucro do fundo for atrelado ao recebimento de aluguéis, isso significa dinheiro que você não está recebendo.

3. Atente-se ao dividend yield

Dividend yield (YD) é uma métrica importantíssima para quem sonha em viver de dividendos. Esse indicador representa o percentual do que você investe no fundo e o que recebe em troca.

Mais do que verificar o histórico de retorno financeiro, é preciso também analisar quantos investidores fazem parte daquele fundo, pois um retorno financeiro alto pode indicar uma boa rentabilidade ou a saída de investidores.

4. Calcule a taxa de capitalização

A taxa de capitalização ou cap rate, juntamente com os outros indicadores, irá mostrar se um fundo é rentável ou não. Ela calcula o retorno potencial do seu investimento e pode ser obtida calculando a rentabilidade pelo valor do imóvel em questão.

Por exemplo, se um imóvel é avaliado em R$ 100.000 e você recebe, anualmente, R$ 12 mil em dividendos, a taxa de capitalização é de 12% ao ano. Valores próximos de 10% são considerados bons, tratando de FIIs.

Se mesmo com esse guia de investimentos em fundos imobiliários você ainda quer aprender como tomar escolhas mais assertivas na hora de montar o seu portfólio, baixe o e-book gratuito da Zahl Investimentos sobre FIIs!

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