Investimento em Renda Fixa: 5 indicadores para analisar o rendimento

Investimento em Renda Fixa: 5 indicadores para analisar o rendimento

A essa altura, você já deve saber que o investimento em renda fixa é ideal para quem quer previsibilidade e pensa no longo prazo. Além disso, muitos deles têm boa liquidez, o que os torna interessantes para compor uma reserva de emergência. 

Mas como analisar o rendimento desse tipo de investimento? O segredo é olhar para os 5 indicadores que listamos aqui. Confira!

1. CDI

O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) é considerado o principal índice para os investimentos de renda fixa. Trata-se de uma taxa de juros aplicada aos empréstimos de um banco para outro e, por esse motivo, é referência para operações de crédito e investimentos entre os bancos e outros agentes (pessoas físicas e jurídicas). Boa parte dos ativos de renda fixa, como CDB, CRI e LF, têm sua rentabilidade atrelada ao CDI.

2. SELIC

Usada pelo Banco Central como instrumento de Política Monetária com objetivo de controlar a inflação. A lógica é que, se a Selic subir, o CDI também sobe, deixando o crédito mais caro e reduzindo o consumo na economia. Um consumo menor leva à redução dos preços e, como consequência, à redução da inflação. O inverso também é verdadeiro. A redução da Selic tende a aumentar o consumo devido aos créditos com juros menores. 

3 . IPCA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é a principal medida da inflação e mostra quanto subiram os preços de uma cesta de produtos e serviços em determinada região e período. Títulos de renda fixa que acompanham o IPCA impedem que o valor das suas aplicações seja corroído pela inflação.

4. Tributação

A cobrança do Imposto de Renda (IR) sobre os investimentos em renda fixa é regressiva. Quanto mais tempo o valor fica aplicado, menor a alíquota, como mostra a tabela abaixo:

 

Tempo do investimento Alíquota
0 a 180 dias 22,5%
181 a 360 dias 20%
361 a 720 dias 17,5%
Mais de 720 dias 15%

 

Além disso, quando você resgata o valor aplicado em menos de 30 dias, acontece a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). 

5. Emissores de Crédito

Em relação aos emissores de crédito, os títulos de renda fixa são divididos em dois grandes grupos:

Títulos Públicos

Os títulos públicos são aqueles emitidos pelo Governo Federal, como os do Tesouro Direto. Como eles têm a garantia do Tesouro Nacional, o risco de crédito é praticamente zero. 

Títulos Privados

Os títulos privados são emitidos por bancos e financeiras. O grau de risco deles varia de acordo com a instituição, mas o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) protege os investidores contra perdas. 

O limite da garantia é de R$ 250 mil por CPF, por instituição. Além disso, é sempre útil acompanhar a escala de classificação de risco das agências especializadas, como S&P, Moody’s e Fitch.

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