Renda variável para iniciantes: confira 5 alternativas de investimentos para sua carteira!

Renda variável para iniciantes: confira 5 alternativas de investimentos para sua carteira!

Quem começa no mundo de investimentos pode ficar um pouco assustado com a renda variável para iniciantes. Como ela traz mais riscos, é comum ter receio de fazer aportes nesse mercado e ter prejuízo.

Mas existem alternativas dessa classe que podem servir para os objetivos dos iniciantes. Para aproveitá-las, é preciso saber como os investimentos funcionam e quais são os mais adequados para você. Assim conseguirá entender os riscos e as possibilidades.

Para facilitar, neste texto você aprenderá o que é a renda variável e como ela funciona. Depois, conhecerá 5 alternativas dessa modalidade para sua carteira de investimentos. Acompanhe a seguir!

O que é renda variável?

A renda variável é uma classe de investimentos. Nela, existem diversos tipos de ativos e modalidades, cada um com regras próprias. Porém, existe uma característica presente em todos eles: não há garantias de rentabilidade.

Ou seja, quem investe em renda variável não tem previsibilidade e nem mesmo sabe se lucrará com a negociação. Ainda, também não há certeza se o capital investido será recuperado. Ou seja, pode haver perdas, pois os investidores estão sujeitos às variações no preço do mercado.

Para compreender melhor como ele funciona, é preciso entender a renda fixa. Essa é a outra classe de investimentos que você pode encontrar no mercado financeiro. A principal diferença trata da previsibilidade de rendimento.

Na renda fixa, o investidor empresta dinheiro para a instituição que emite o título. Ela pode ser tanto pública como privada. Nos investimentos do Tesouro Direto, por exemplo, o emissor é o próprio Governo.

Ao emprestar esse dinheiro, o investidor receberá de volta com acréscimo de juros no prazo estipulado. Desse modo, ao fazer a aplicação, ele já saberá o percentual de juros que receberá ou, pelo menos, a lógica de cálculo.

Já na renda variável não há essa garantia. O investidor poderá ter ganhos com a valorização do ativo ou com a divisão de lucros – por exemplo, com o pagamento de dividendos de ações ou fundos imobiliários. Entretanto, especialmente no curto prazo, há maiores riscos envolvidos.

Quais são as vantagens da renda variável?

Agora você já conhece a renda variável. Mas, por que investir nessa modalidade se na renda fixa há mais garantias? A principal vantagem diz respeito às possibilidades de melhor rentabilidade. 

Ou seja, os ganhos não estão presos a um percentual. Na renda fixa o investidor está atrelado às regras pactuadas do título. Assim, não há como ultrapassar a rentabilidade prevista. 

Já na variável, não há essa pactuação, justamente porque os preços oscilam livremente. Então, imagine que você comprou ações de uma companhia por R$ 10 cada. Depois de um tempo, essa mesma empresa apresentou valorização por acontecimentos importantes.

Se seus papéis passassem a valer R$ 50 reais cada, você teria um ganho de 400%, muito além do que seria possível na renda fixa. Assim, a renda variável apresenta potenciais maiores — ligados também aos maiores riscos.

5 Alternativas para a sua carteira

Se você acredita que a renda variável pode ser interessante para você – e para outros investidores iniciantes que você conhecer, é preciso conferir algumas alternativas para compor sua carteira. 

Separamos 5 delas a seguir. Acompanhe!

1. ETFs

Os ETFs (Exchange Traded Funds) funcionam como Fundos de Investimentos. Eles são uma modalidade de aporte coletivo. Neles, os investidores compram cotas e o portfólio é administrado por um gestor profissional para realizar negociações de ativos.

Nos ETFs a estratégia é acompanhar um indicador do mercado financeiro. Você já ouviu falar em Ibovespa, Dow Jones, S&P 500, por exemplo? São índices que demonstram o desempenho de bolsas de valores, compostos por ações mais negociadas.

Além de indicadores da bolsa, ETFs também podem focar em renda fixa, Fundos Imobiliários e outros. O responsável pelas negociações tem o objetivo, como você viu, de acompanhar o rendimento desses índices.

2. BDRs

BDR significa Brazilian Depositary Receipt. Eles são uma opção de certificados de renda variável para quem quer investir no exterior. Apesar de serem comercializados na bolsa de valores brasileira, representam ações de companhias estrangeiras e outros ativos internacionais.

Logo, o investidor não compra papéis de empresas diretamente, mas sim recibos lastreados nesses ativos. Como toda alternativa de renda variável, seu preço oscila conforme o desempenho do papel ou título. Além disso, ele também pode oscilar de acordo com o câmbio.

3. Fundo de Ações

Você já conheceu o que é um Fundo de Investimentos quando falamos em ETFs. O Fundo de Ações funciona de maneira semelhante, contudo geralmente apresenta gestão ativa. Nesse caso, o objetivo não é acompanhar um índice, mas conquistar rentabilidade acima dele. 

O foco, então, é potencializar os ganhos. Os fundos podem ser interessantes para investidores iniciantes porque contam com a gestão profissional. Assim, ajuda quem tem receio de começar os investimentos em renda variável escolhendo ativos por conta própria.

4. Fundos Imobiliários

Mais uma alternativa que pode ser interessante para os iniciantes são os Fundos Imobiliários. Funcionando de forma semelhante aos fundos que você conheceu, seu diferencial é que são focados em investimentos do setor de imóveis.

O investidor compra cotas do fundo e o capital é utilizado para o investimento coletivo, em imóveis físicos, títulos imobiliários ou cotas de outros fundos. O gestor é responsável por negociar os ativos. Alguns desses fundos, inclusive, distribuem dividendos frequentes para os cotistas.

5. Ações por meio de carteiras recomendadas

As ações são, talvez, os ativos mais conhecidos da renda variável. Quem compra uma ação está adquirindo uma parcela do capital social de uma empresa, tornando-se um sócio. Desse modo, o investidor pode participar dos resultados da companhia.

Há duas formas de ganhar dinheiro com ações no longo prazo. A mais conhecida trata da compra dos papéis por uma cotação e depois a venda por um preço mais alto, após a valorização. Também é possível obter uma renda passiva por meio dos dividendos.

Ações podem ser uma oportunidade interessante, mas escolher as empresas demanda tempo e conhecimento. Por isso, investidores iniciantes podem ter dificuldades. Nesse sentido, uma carteira recomendada pode ajudar.

Ela é um portfólio de ações indicadas por analistas do mercado financeiro. Trata-se de profissionais habilitados para fazer recomendações de investimentos, de acordo com estratégias específicas. 

Agora você conhece 5 alternativas de investimento de renda variável para iniciantes. Começar nesse mercado pode gerar dúvidas, mas buscando informações de qualidade é possível facilitar a tarefa. 

Lembre-se de considerar o seu perfil e objetivos nas suas decisões e avalie a possibilidade de contar com uma assessoria de investimentos nos seus primeiros passos!

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